Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Congresso decidiu adiar as eleições municipais para novembro. Mas não é apenas na data que o pleito de 2020 será diferente. A crise da Covid-19 já implicou em mudanças no processo eleitoral brasileiro, que tendem a se intensificar ainda mais nos próximos meses e vão afetar desde a logística dos tribunais eleitorais até o comportamento do eleitor nas urnas.

O distanciamento social é, até agora, a medida comprovadamente mais eficaz contra a disseminação do coronavírus. Mas como mantê-la em um processo eleitoral, do qual fazem parte grandes eventos para definição de candidaturas, campanhas com intensa mobilização popular e, principalmente, o dia da votação, quando milhões de pessoas são obrigadas a sair de casa e se concentrar em locais públicos? A resposta, pelo menos a uma parte desses questionamentos, está na tecnologia.

É o que aponta um estudo realizado pela Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep) sobre os efeitos do novo coronavírus nas eleições deste ano. No documento, a entidade elaborou um conjunto de sugestões, que foram entregues ao Congresso Nacional e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre as sugestões estão a realização de convenções partidárias por videoconferência (já autorizada pelo TSE), o treinamento de mesários a distância, o mapeamento de focos da Covid-19 para definir locais de votação e a possibilidade de agendamento do voto.

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Imagem: UOL Notícias

FONTE: https://direitoeleitoralinfo.wordpress.com/2020/07/13/voto-pelo-celular-fim-do-corpo-a-corpo-o-futuro-das-eleicoes-no-pos-pandemia/

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