Quantos votos o eleitor acha que o vice-prefeito de Colombo, Sérgio Pinheiro (DEM) faria se fosse um pré-candidato solo, que não estivesse a reboque de uma prefeita de quatro mandatos, cheia de influência de bastidor, e com a máquina administrativa em mãos?

A resposta será dada nas urnas, em 4 de outubro deste ano. O que dá para responder de antemão, é que em quase dois anos de pré-campanha, o rapaz não decolou, como se esperava, e segundo pesquisas internas parou nos 19%, mantêm o primeiro lugar, mas fica aquém dos 20% que são o minimo possivel a ser alcançado pela administração municipal por pior que seja.

Diante do fato, e faltando sete meses para a eleição, é possivel ir questionando, será que a prefeita tem mais quantos planos na manga  para vencer o pleito e fazer o sucessor?

Será que Thiago de Jesus (MDB) será vitaminado para ser o plano B? Ou Plinio Schimidt terá vez e capacidade de fazer o que não fez em 2016? Quem sabe o MDB mude de planos de lance outro nome, mais capaz e politicamente mais sensato, que o bolsominion.

Teses á parte, é bom  preparar para uma saida honrosa desse empasse , porque se depender só de Sérgio Pinheiro, não há muita chance de sucesso, até porque o cheiro de pixe já cansou, E Beti Pavin idem.

 

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