Quando em 22 de fevereiro de 2013, a atual prefeita de Colombo, Beti Pavin (PSDB) foi autorizada a assumir a Prefeitura Municipal, graças a uma decisão monocrática concedida pelo ministro Marco Aurélio de Mello, que permitiu a posse da prefeita para seu terceiro mandato, muita coisa começou a mudar a rota do jogo politico local.

Na época os principais interessados em que Beti Pavin fosse impedida de tomar posse (ela já havia sido considerada inelegível e concorreu sem registro, por uma decisão monocrática expedida pelo mesmo MARCO AURÉLIO DE MELLO) era a dupla Zé Vicente e Hélder Lazarotto,os candidatos adversários de Beti Pavin durante o pleito eleitoral  e representantes do grupo de Jota Camargo, a chapa era a signatária da ação contra a possivel posse de Beti Pavin, até que em Dezembro de 2012, os dois resolveram lançar mão do processo, e o mesmo correu à revelia, facilitando as coisas para Beti ser empossada.

Com o desmonte do grupo adversário, a atual prefeita conseguiu nesses últimos 7 anos amarrar todos os politicos de Colombo em seu entorno, uma vez que seu principal adversário e seu grupo ficaram de certa forma presos ao jogo de interesses do grupo de Pavin, nem o PT de Anderson Prego conseguiu se salvar ( amanhã eu falo como o vereador está sem independência dentro do partido).

Para a eleição de 2020, esses mesmos politicos estarão no jogo da sucessão, mas a pergunta que fica é: com tudo que se  sabe de 2102 e 2013, e com essa gente toda em cena novamente, ou de um lado ou de outro, haverá quem tire o protagonismo de Pavin e o seu jogo de cartas marcadas? Ou seja, estamos diante de uma possivel grande farsa, com tudo e todos…

Na sequência de amanhã vou divulgar um audio que talvez defina o que representa a pseudo-oposição que vai enfrentar Sérgio Pinheiro ( esse é sério e nada tem a ver com as jogadas de bastidor) na eleição de 2020, e como o cidadão de Colombo vai ter poucas ou nenhuma opção para mudar o quadro politico, a não ser por uma única via: a verdade sob 2012…

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