Não haverá como o grupo da prefeita Beti Pavin escapar desses dois nomes para a sua sucessão em 2020. Os alters egos da mandatária, Eliane Tosin e Waldirlei Bueno já sacaram que o caminho para manter a hegemonia do grupo terá necessariamente que passar pela mudança de rumo que a política de Colombo deve tomar a partir de 2019.

Não há mais espaço para que candidatos da sede encabecem uma chapa majoritária, ou seja: o próximo prefeito a ser eleito deverá ser oriundo dos bairros, que já perceberam que quem manda em Colombo é quem tem maior potencial eleitoral, e essa gente está na periferia da cidade, é o eleitor que já se cansou de ser usado como mula para puxar votos para os nobres da Casa Grande e depois comer alfafa na senzala.

Aos poucos as coisas vão se desenhando ao script e ao cenário futuro, até por isso o vice-prefeito Sérgio Pinheiro e o secretário de Planejamento Márcio Ferro estão com maior exposição na mídia. Ferro é “novo” na política e tem o apoio dos empresários de quem é o porta-voz e homem de confiança.

Beti Pavin , Douglas Fabricio e Mércio Ferro
Crédito: Prefeitura de Colombo

Já Sergio Pinheiro está sendo preservado, caso Beti Pavin chegue em 2020 muito mal avaliada e sem respaldo para pedir votos para ninguém, com isso ele segue o conselho do núcleo duro e “rompe” com o poder ora vigente, visando dar a impressão de estar indo de encontro aos desejos e anseios do eleitorado dos bairros, seria o novo Lordes Geraldo da vez para Alto Maracanã e Região.

 

Vice-Prefeito, Sérgio Pinheiro
Crédito: Página pessoal de Sérgio Pinheiro

Se a oposição liderada por Jota Camargo não abrir espaço para Alcione Giaretton, vice de Hélder Lazarotto em 2016,  corre um sério risco de amargar mais um revés e desta vez para Anderson Prego do PT,  que na sua luta solitária contra tudo e contra todos é capaz de ocupar o protagonismo da contrariedade e do fato novo que representa por sua postura ética e de engajamento nos movimentos sociais e ir para 2020 como o cara da hora, junto com Thiago de Jesus (caso esse venha a romper de vez com o grupo de Beti Pavin), ainda mais se a eleição deste ano para presidente e governo fazer com o que a esquerda recupere o poder tirado pelo golpe institucional de 2016 e o reconquiste de novo nas urnas, isso dará ao vereador todo o que ele precisa: condições de realizar uma grande campanha e apoio dos grandes para ir para a disputa com quem quer que seja. A CONFERIR

Anderson Prego

 

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