O livro “Autobiografia de Uma Morte Anunciada” do administrador deste site , Elias Glaucio, que inicialmente estava previsto para ser lançado no final do mês de março, teve um atraso para a data de lançamento devido aos processos de revisão e agora está em fase de diagramação e formatação.

A obra de cerca de 400 páginas já está sendo preparada para ser lançada no mercado, o autor só pede um pouco de paciência aos interessados, já que suas limitações fisicas impostas pela doença o impedem de fazer muitas coisas, além de não ser um escritor e ter que necessitar de profissionais com experiência e capacitados para realizar um trabalho que só eles podem fazer.

O livro vai abordar um pouco da vida de Glaucio na politica de Colombo e como isso veio a ser o fator desencadeador de sua neuropotia psiquiátrica ainda na década de 80, até chegar aos erros médicos que foram fatais para a interrupção de suas atividades normais.

Há 17 anos o autor se encontra desenganado pelos médicos e sua luta agora é para tornar público como tudo se deu dentro de uma narrativa histórica, onde estão inseridos os fatos politicos e os dramas pelos quais passou quando deixou de ser últil a classe.

O autor vem postando em seu perfil no Facebook e no Twitter de forma gradual alguns trechos para o leitor de seus amigos. Confira:

“(…)muita gente com cargos em comissão ficou largada, e meu cunhado tinha muitos amigos nessa situação. Certo dia, ele chegou pra mim e pediu um favor. Queria que eu fizesse uma matéria sobre um amigo dele de Curitiba de nome Onéias Ribeiro, que também era requianista de carteirinha e estava trabalhando com Ricardo Chab…”

(…)Logo de cara, o médico perguntou como eu tinha adquirido aquilo. Eu olhei para ele e disse: “O doutor está de posse de todo as perícias e do que consta no processo e não leu? Não sabe? Ou tem uma ordem superior do Hélder e do Gibe para tentar confundir as versões?”. Ele não respondeu. Então, foi ver a CID no atestado: depressão maior adquirida em pleno exercício da função em 1.988. Eu disse que ele estava se referindo a um atestado de 1.998 e agora se ele percebesse o caso era outro, mas acontece que neste período pós erros médicos essa era a primeira e a única pericia após minha entrada com o processo. Não daria mesmo para ele entender, ainda mais se levar em conta…”

“(…)No entanto, essa Beti Pavin que eu havia conhecido e tinha como uma referência dentro do contexto da nova política de Colombo já não existia mais, fora engolida pela ambição dos amigos e amigas de “suruba política “. Essa era a grande verdade. Tinha ficado refém das ambições de gente gananciosa que não tinha o menor pudor em escancarar que o deus deles era o apego pelo poder público e quem pagava a conta era o povo. Mas como ainda não tinha me desapegado do meu gosto pelo jogo político, eu protelava uma ação que viesse a romper essa simbiose…”

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