Para vencer a eleição em 2016 , Beti Pavin e seu grupo usaram dos mais diversos artificios para tirar do caminho  ou colocar no mesmo quem quer que fosse para ajudar na reeleição da prefeita , detentora de uma rejeição na época de mais de 70% .

Para evitar com confronto direto com qualquer um dos adversários  o grupo de sócios da mandatária usou de métodos simples , como tentar seduzir a familia Cavalli ( dizem que conseguiu ) , e de formas mais conhecidas e “sofisticadas”.

Uma delas foi a forçar o governador Beto Richa (PSDB) a induzir o PSD de Eduardo Sciarra no lançamento do candidato Joel Cordeiro , com a intenção clara de desfazer uma possivel aliança com Hélder Lazarotto (PR) , que também foi pressionado pelo Iguaçu , mas com a intervenção de Michele Caputo , secretário de saúde do estado , conseguiu resistir e sair candidato.

Mas o grande lance dos tucanos em Colombo foi retirar de cena a candidatura de Plinio Schimidt (PMDB) , que representava o grande perigo para a reeleição da tucana , por seu poder financeiro e por representar o “novo”.

Não se sabe até hoje se o empresário deixou a disputa por não querer o enfrentamento com Beti Pavin , ou por não querer contrariar sua amiga de longos anos. Para desfazer essa dúvida só vendo o material que está em poder de alguns amigos da ex-candidata , que por mais de uma semana antes da eleição gravaram o vai e vêm na chácara de Plinio Schimidt no Ribeirão das Onças , os tais agentes iam á procura de Shimidt querendo falar com ele , os funcionários da chácara informavam que o mesmo só aparecia no local nos fins de semana .

O fato é que Plinio Schimidt está ciente daquilo que foi gravado , e não saiu candidato …resta saber , se por medo de algumas revelações que só Beti Pavin e seus fufucas têm em mãos , ou por ter a promessa de que em 2020 o cunhado de Blairo Maggi – o rei da lava-jato pantaneira – será seu candidato à pisana para ocupar seu posto travestido de oposição , enquanto os fufucas , Waldirlei Bueno , Sérgio Pinheiro , Wagner Brandão e Pelé se lançam para confundir o eleitor “IMBECIL” de Colombo

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