A enquete que está sendo realizada pela APMC sindicato para saber qual os passos que os servidores públicos da educação deverão seguir a partir de setembro quando haverá uma assembléia geral extraordinária , e onde será analisado o contra-cheque do mês de agosto, e o valor da reposição salarial já determinada pela prefeita Beti Pavin com base no IPCA de junho que fechou em 2,99% , não deverá ter a adesão da classe pela paralisação geral ou nenhuma ação mais radical por parte da categoria. O questionário elaborado pela entidade propõe desde da greve geral até atos simbólicos ,como paralisações pontuais em salas de aula e até as conhecidas operações tartarugas.

O grande entrave para a não deflagração de uma greve geral é a pouca adesão que o movimento teria uma vez que em setembro muitos já estarão pensando no final do ano letivo e não seria nada fácil ter que paralisar as aulas e com isso ter que fazer reposições já no início do calendário de 2018.

Sem a união da maioria dos trabalhadores públicos e sindicalizados à APMC sindicato, sem contar que muitos dos diretores (as) das escolas e CMEIS são contra as certas deliberações tomadas pela entidade, não haverá um consenso em torno de um movimento paredista. Resta aguardar o resultado da enquete e o que dela deve sair .Mas pelo andar da carruagem, será bem pouco provável que a prefeita Beti Pavin perca essa batalha.

 

Postado por Luara Claucio

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