Este mundo é como um grande  palco, onde existem atores principais e atores coadjuvantes.  A tragédia grega que se desenrola tem soldados fardados com seus capacetes e seus cacetetes a fim de dar cabo à qualquer manifestação mais exaltada por parte de seus servidores. Assim, a tragédia grega, dentro de sua proposta política que contemplaria  benefícios e não malefícios aos habitantes da cidade de Polis, na antiga Grécia, mas estamos em Colombo. Assim sendo, seria obrigação  da Câmara Municipal  fomentar uma discussão clara com os interessados, associações, professores, zeladores,diretoras de CMEIs, varredores de rua e afins…A discussão deveria ser ampla e clara. A obrigação dessa casa que se diz democrática, se mostra nos moldes da ditadura, ou porque não…de um verdadeiro escarnio daqueles que servem à máquina, porém ,na linha de frente do front.

Enfrentando condições nada adequadas de trabalho e serviços públicos e sociais. Dever-se-ia também, haver discussões acerca desse poder esmagador que oprime e tira direitos e sustento daqueles que os servem. Numa sociedade arcaica da Grécia antiga,certamente encontraremos nuances que fazem alusão a esse espetáculo em frente à Câmara de Vereadores de “nossa” Colombo. Sentinelas, a espera de movimentos suspeitos e “agressivos” de nossos mestres e servidores em frente ao teatro de Dionisio, ou seja, “nossa” Câmara de Vereadores de nossa Atenas colombense.

Em uma metrópoli como Colombo com seus mais de 27O,OOO habitantes, onde nem latas de lixo temos pelas ruas, muito menos flores, não é de se estranhar, que daqui pra frente, teremos serviços cada vez piores, com trabalhadores extorquidos de seus direitos, com ânimo e dignidade baixos. Mas como eu disse…trata-se de uma TRAGÉDIA GRECO-COLOMBENSE, I  N  F  E  L  I  Z  M  E  N  T  E…

Rogério Aquino é artista plástico e ativista cultural de Colombo e do Brasil

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