Os vereadores da base aliada da Prefeita Beti Pavin (PSDB) na Câmara Municipal , composta por 15 dos 17 edis da Casa , estão conseguindo a cada semana que passa promover uma ação desastrosa em cima de ação desastrosa , para defender a gestão de negócios instalada no PAÇO MUNICIPAL . Não pensam mais nem nos seus mandatos , o que importa é fazer o que a prefeita manda e ordena.

Nesta terça-feira (11) pela manhã o presidente Wagner Brandão , que não sabe o poder que tem , caindo no ridiculo de se tornar o pior presidente da história do Legislativo , divulgou uma ação de Interdito Proibitório junto ao judiciário com a intenção de coibir  de forma ditatorial o ingresso de servidores na recinto , quando serão votados os projetos de Leis 007 e 008 ,provavelmente no próximo dia 17 deste mês , oriundos do executivo  e que retira direitos adquiridos dos servidores públicos.

A forma como está sendo conduzida essa questão chega a ser vexatória , as alegações dos vereadores de Beti Pavin eleitos pelo povo  pontuam que na última sessão extraordinária , a CASA foi invadida indevidamente por populares se dizendo servidores , trazendo transtornos para os funcionários da  Câmara , quando na verdade foi uma manifestação pacifica com a intenção de sensibilizar os edis a abrir ao menos um debate sobre as medidas a serem votadas com o executivo que eles representam , coisa que não aconteceu e não irá acontecer .

Na última semana a prefeita BETI PAVIN que só sabe agir por meio de ações judiciais desde que assumiu , determinou que esses dois PLs teriam que ir a votação , e base aliada e subserviente , não teve dúvidas , e mais uma vez engoliu o sapo.

Com a votação marcada para o recesso das escolas e CMEIS , para ver se nesse periodo o movimento se esvazia , os dois projetos devem ser colocados em pauta. Mas a grande questão até hoje , era como e onde fazer a degola dos direitos dos funcionários…O vereador mais sem noção da cidade , Edson Baggio , sugeriu o Bosque da Uva e com aparato policial , e provavelmente com os vereadores governistas indo de camburão , como aconteceu em Curitiba recentemente. Sem dúvida esse  deve ser o grande feitiche dessa galera , só que o comando da POLICIA MILITAR não deu seu aval por não ter efetivo suficiente para a ação. Pior que isso foi fato de nem comunicarem o vereador de oposição Anderson Prego (PT) para comparecer a reunião com a PM , deixando claro que ali existe um desrespeito com Lei Orgânica , Anderson Prego tem sido um defensor intransigente dos trabalhadores e por isso vem sendo retaliado pelos “companheiros”.

Com o pedido de interdito proibitório , uma ação ditatorial , antidemocrática , que fere a cidadania do povo colombense , e que coloca em xeque a liberdade de expressão , impondo  aos servidores à força bruta e não dá aos mesmo o direito de manifestação dentro da Casa do Povo , essas “celebridades” retrocedem aos tempos sombrios da ditadura e dos anos de censura , e por certo não estudaram história do Brasil . Em resumo: trocaram o embalo do camburão da PM e colocaram a tranca na porta da Casa do Povo.

As alegações da ação de Interdito Proibitório

A matéria da RPC

Funcionários públicos da prefeitura Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, fizeram um protesto na Câmara de Vereadores, na tarde desta terça-feira (20). Os servidores tentaram impedir a aprovação de um projeto de lei da administração municipal que altera diversos pontos do funcionalismo na cidade.

O projeto já tinha sido aprovado no começo da tarde, quando os servidores iniciaram o protesto. Segundo a assessoria da Câmara, os servidores acharam que o texto poderia passar pela segunda votação a qualquer momento. O grupo que acompanhava a votação chegou a invadir o plenário.

O tumulto foi controlado após os vereadores explicarem que a segunda votação não poderia ocorrer com menos de 24 horas antes de uma nova convocação.

Caso o projeto seja aprovado novamente, as mudanças poderiam ser implementadas imediatamente pela prefeitura.

Entre as medidas que constam no projeto, a prefeitura quer que seja alterada data-base dos servidores, alterações na concessão do vale-transporte e no auxílio-alimentação. Outra medida polêmica é uma alteração nas regras de concessão de licenças.

A proposta também prevê a extinção de cargos de auxiliar de limpeza e merendeira em escolas, assim que as pessoas que ocupem esses cargos se desliguem da prefeitura.

Segundo o sindicato da categoria, após a manifestação, os vereadores decidiram suspender a sessão.

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