O que o esporte ensina de hoje tentará contar uma das mais belas histórias de inspiração de nosso tempo!
01 de maio de 1994.
O mundo perdia um dos mais célebres atletas que já existiu.
Ayrton Senna da Silva. Sim, brasileiro, da Silva, ícone mundial, até hoje adorado no Japão e idolatrado no país que o concebeu!
O domingo de manhã tinha um ingrediente especial quando era dia de corrida.


Em uma época de escassez, de falta de boas oportunidades e de uma certa pequenez brasileira, Ayrton nos mostrava o caminho tortuoso da superação.


Várias são as lições que este mestre, não só das pistas, nos deixou.
Destaco aqui algumas e deixo que você, nobre leitor, investigue as demais.
“Quando chego no meu limite, percebo que posso ir além dele.” Nesta frase podemos constatar a atitude mental de Ayrton em buscar sempre o seu melhor sem se comparar a ninguém. A única comparação que ele fazia era contra o tempo e graças a ele, os tempos parciais de volta foram criados, porque para Ayrton, saber como diminuir o tempo em trechos específicos da volta, eram os ingredientes que somados dariam o tempo total da “Pole Position” ou da volta mais rápida.


“No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita, ou não faz.” Mais uma vez uma prova de sua obstinação pelo sucesso. Ayrton mestre das corridas em dias chuvosos. Mal sabiam seus adversários que Ayrton só dominava qualquer pista molhada porque no kart após uma derrota, ele incansavelmente treinou, treinou, treinou e treinou mais um pouco, fizesse chuva ou sol estava ele lá na pista correndo, nem ligando para a adversidade da chuva, do frio ou do desconforto. E foi assim que foi moldado uma das mais expressivas qualidades deste ser humano brasileiro. Nem
Mesmo seu carro quebrado só com a sexta marcha funcionando, foi capaz de parar este vencedor do Grande Prêmio do Brasil em 1991.
E a última, de hoje, “seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e faça tudo com muito amor e muita fé em Deus, porque algum dia você chega lá, de alguma maneira você chega lá!”

Reprodução


O lá, cabe ao nosso esforço, nossa crença, nossa confiança em nosso próprio potencial. Nunca foi Nigel Mansel, Alain Prost ou o chefão da FIA Jean Marie Balestre os obstáculos ao sucesso do tricampeão. Mas sim o descontrole do carro, o trajeto da pista, seu condicionamento físico e o tempo. Fora este último, todos os demais possuíam controle direto do piloto e de mais ninguém. Quanto ao tempo, Ayrton Senna da Silva habilmente o colocava no lugar de destaque nas suas metas de desempenho, orientando-o a fazer qualquer coisa com a máxima precisão, amor e fé dentro do tempo que ele tinha pra oferecer!
Até a nossa próxima história inspiradora!!!

Darlan França Ciesielski Junior – Professor de Educação Fisica -Técnico da Seleção Brasileira de Bocha Paralímpica

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