Em 2012 a população levantou-se contra a administração do então prefeito J.Camargo, alegando que a cidade estava vivendo um verdadeiro caos. Para muitos a candidatura de Beti Pavin cairia como uma luva para o resgate do município. Mesmo com problemas judiciais Beti Pavin deu início ao seu terceiro mandato, e junto com ela a esperança de um novo rumo, uma administração em prol ao povo colombense. Já nos primeiros meses a prefeita deu indícios que Colombo sairia sim do caos, mas infelizmente, diretamente para o fundo do poço.
O fim do Programa pré-vestibular Cursinho da Gente, o fechamento do Armazém da Família, o corte dos eventos culturais (Feteco) Paixão de Cristo, amostra de danças, etc) e a extinção de secretarias/diretorias, entre elas a de igualdade racial e juventude, mostravam a maneira de governar da aliada de Beto Richa: O que foi feito de bom pelo seu antecessor seria cortado.
Obras de duplicação da Rodovia da Uva. Curitiba, 03/06/2014. Foto: Orlando Kissner
Promessas como acabar de vez com alagamentos na cidade, a reabertura do Hospital Santa Casa de Colombo e o término das Obras da Rodovia da Uva foram o carro chefe da campanha de uma candidata que não possuía um plano de governo, mas tinha a confiança e o apoio da grande maioria.
Infelizmente chega-se a 2017, e a bola de neve aumentou, e junto com ela veio o fim da esperança de uma cidade melhor. Hoje as crianças perderam o direito dos uniformes escolares, a Santa Casa de Colombo não reabriu, mortes e acidentes continuam manchando a obra inacabada da Rodovia da Uva, moradores sofrem com as enchentes, escândalos de um governo “ditador” são assuntos nos meios de comunicação, sem falar das greves inéditas (Professores, Dentistas, Médicos) que desde 2013 vem ocorrendo no município.
Servidores, população e políticos de oposição não conseguem mais esconder que: Colombo saiu do caos, diretamente para o fundo do poço.
Maicon Martins – Estudante de Direito e Ativista Politico 

 

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