Existem mulheres que odeiam tanto (ou tem dó, indiferença, submissão, que é a mesma coisa) o pai – masculino, que qualquer homem que estiver ao seu lado, fatalmente receberá a energia deste ódio e não terá paz; Existem homens que odeiam tanto (ou tem dó, indiferença, submissão, que é a mesma coisa) a mãe – feminino, que qualquer mulher que estiver ao seu lado, fatalmente receberá a energia desse ódio e não terá paz; Existem homens e mulheres que odeiam o pai e a mãe, ao mesmo tempo. Ou seja, se odeiam. Quem vive numa relação assim, sabe que é um martírio, mas é bom entender que ambos se atraíram para realizarem um aprendizado profundo. Se você se identifica com um ou ambos os ódios, afinal, somos e vivemos mãe e pai dentro de nós, entenda que a Vida está lhe dando a enorme oportunidade de entrar em contato com estas emoções distorcidas, pedindo que você permita que existam vítimas e agressores nesta guerra entre o masculino e o feminino… e deixe isso descansar em paz, no passado. Se você se identifica com essa guerra, olhe para seu pai e mãe, e entenda que essa guerra é deles, não sua. Mesmo que eles tenham vivido fingindo amor, a guerra as vezes é silenciosa. Deixe para eles. Isso pertence a eles. E abra-se para uma relação de paz e colaboração. Desarme-se. Empunhe a bandeira branca e renuncie à guerra. Reconheça a sua parte que manteve o conflito vivo, e desista de lutar… Chegou o momento de amar, verdadeiramente, o masculino. Chegou o momento de amar, verdadeiramente, o feminino. Acolher a sua energia de realização. Realizar-se na sua energia de acolhimento. Esta é a única forma de haver paz: quando o masculino e o feminino podem existir como são. Diferentes entre si. Interdependentes. Complementares. Lindos. Manifestações divinas do amor.

Texto de Alex Possato #constelacaofamiliar #movimentodaalma Próximo workshop dia 11/06 no RJ.

Fonte: https://www.facebook.com/movimentodaalma/

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